OVELHINHAS DE CRISTO

OVELHINHAS DE CRISTO
OVELHINHAS DE CRITO

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A FAMÍLIA GARRAFA

Arranje cinco garrafas de tamanhos diferentes, preferivelmente de vidro transparente, procurando aproximar os tipos de garrafas com os membros da “família”. Leia a estória antes de caracterizar os “personagens”.

1. Papai Garrafa
Arranje uma garrafa de boa altura, fina, em cujo gargalo se colocará uma moeda ou nota meio enrolada.

2. Mamãe Garrafa
Pode ser bojuda, não muito alta, podendo ter como tampa uma panela de brinquedo ou qualquer outro objeto doméstico.

3. Florinda Garrafa
Será ideal ser representada por uma garrafa de vidro trabalhado, não muito alta, sendo colocada no alto uma flor ou um ramalhete de flores.

4. Rosa Garrafinha
De pouca altura e pequeno diâmetro, lembrando uma “menina”. Como tampa, poderá servir um carretel (ou retrós) de da linha.

5. Zezé Garrafa Bolão
Deve ser de pouca altura, tendo como “cabeça” uma bola de plástico ou borracha.

As garrafas devem estar vazias; uma boa quantidade d’água deve estar à disposição do narrador, que deverá usa-la para encher as garrafas no momento propício.

Começa-se então, a estória, apresentando-se cada membro da família Garrafa.

Lição

Aqui está Papai Garrafa, alto, magro, sempre preocupado com os negócios. Trabalha muito – de manhã à noite – e se preocupa só em ganhar dinheiro. Os propósitos da sua vida estão resumidos em dinheiro. Podemos vê-lo ao chegar em casa à noite, cansado e nervoso. Já vem gritando com todos, sem pensar que mamãe Garrafa e os filhos também tiveram os seus afazeres e contrariedades. Negócios, dinheiro – dinheiro, negócios – esta é a única preocupação de papai Garrafa.

Olhemos agora para Mamãe Garrafa. Que vida atarefada! Cuida dos filhos, cozinha, varre e limpa a casa; não tem o mínimo de sossego durante o dia; sua maior preocupação é manter tudo na maior ordem e o mais perfeito possível; e por isso mesmo vive correndo de lá para cá; sua vida é uma roda-viva entre as coisas materiais.

E aqui está sua filha mais velha – Florinda Garrafa. É mocinha já. Os seus pensamentos são leves como uma pluma e está sempre com roupas bonitas e enfeites atraentes. Com isto a sua cabecinha está cheia, não dando lugar a estudos e coisas mais sérias. Sonha bastante, lê romance, assiste novelas, e então dá asas a sua imaginação. Não tem senso de responsabilidade; por exemplo, não sente que Mamãe Garrafa talvez esteja cansada e precisa de alguma ajuda. Florida não pode estragar o seu penteado, suas unhas, sua “toilette”.

E aqui está Rosa Garrafinha, menina de dez anos. É meiga, boazinha, estudiosa, alcançando sempre boas notas na escola. Gosta de costurar para suas “filhas” – as bonecas, e assim vive despreocupada com outros assuntos. É quieta e procura não atrapalhar os outros, mas pensa só em si, esquecendo-se que já é grande e pode ser de muito auxílio para o próximo.

Por último vem Zezé Garrafa Bolão. É um menino de sete para oito anos. É o valentão do lugar. Comanda todos os garotos, e muitas janelas já foram quebradas por causa da sua mania por futebol. Não tem consideração pelas coisas de casa, não procura poupara a Mamãe com todo o seu serviço. Geralmente está com a camisa suja ou rasgada, os sapatos cheios de lama, os cabelos em desalinho.

Toda a vizinhança conhece a família Garrafa tal qual a temos descrito. Um certo dia, porém, algo aconteceu para que tudo se transformasse. Uma pequena influiu para que todos os membros da família se tornasse completamente diferentes. Veja o que aconteceu:

Convidada por uma amiguinha, Rosa Garrafinha foi a uma aula bíblica. Lá teve a oportunidade de ouvir de Alguém chamado Jesus Cristo. Ouviu que Ele é o Filho de Deus, deixou Seu lar no Céu e veio aqui à terra para encher vidas vazias com a Água da Vida. Todos os corações, de crianças e adultos, são secos e sedentos por causa do pecado. Mas Jesus levou nossos pecados sobre si na cruz, tomando o castigo que merecíamos. Morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou e está vivo, no Céu. Por isso, Ele agora pode nos oferecer de graça esta água preciosa. – Rosinha pensou: “É justamente isso que eu preciso!” Com um coração sincero e humilde voltou-se para Cristo, o Salvador (vá despejando água na garrafinha), e sua vida foi transformada... em um instantinho! De vazia, sem vida, Rosa Garrafinha sentiu a Graça de Deus enchendo a sua alma em toda a sua plenitude. A costura, seu egoísmo de fazer somente o que lhe agradava – tudo isso desapareceu; e o Mestre, amigo das crianças, encheu a sua vida.
Rosa Garrafinha voltou correndo para casa.
- Mamãe – disse com o rosto todo iluminado – adivinha só o que aconteceu comigo!
- Mamãe Garrafa preparava apressadamente o jantar e nem quis prestar atenção para o que sua filha lhe dizia. Rosa, porém, continuou a seu lado, contando-lhe com alegria transbordante o que lhe acontecera.
Mamãe sentou-se. Impressionada com o testemunho de Rosinha, ouviu atentamente todas as experiências que havia tido naquela tarde e, meditando sobre a sua própria vida, sentiu-se também só, sem alegrias e necessitada de Alguém que a amparasse e tomasse conta de todo o seu ser. Lembrou-se do tempo de criança e de como havia aprendido a louva-LO; agora ali estava, arrependida de ter vivido longe dos caminhos de Deus, sem vida e sem a Água essencial à alma. Mamãe Garrafa então orou com a filha, ali mesmo na cozinha (coloque água na mamãe enquanto apresenta). Dali a instantes, era outra a atmosfera daquele lar. Até as panelas pareciam cantar junto com Mamãe e Rosa Garrafinha.
Esta auxiliou a mãe no preparo do jantar e logo tudo estava pronto.

Sete horas da noite. Chega Papai Garrafa, cansado e nervoso, pronto a responder de mau humor a quem lhe dirigir a palavra. Mas... que diferença! A mesa posta, a cozinha arrumada, Rosa em um vestido limpo e bem penteada. Mamãe com um rosto alegre e bem arrumada:

- Pronto, papai, aqui estão os seus chinelos e o jornal da tarde – disse-lhe a menina com um sorriso que o desarmou completamente.
Logo depois chega Florinda Garrafa, no momento em que a família se dirigia para a sala de jantar. Estranhou o ambiente – a calma, o sorriso nos lábios de todos – porém nada disse. “Que teria acontecido?” Pensavam papai e Florinda, muito desconfiados. Já na hora da sobremesa, aparece o Zezé Garrafa Bolão fazendo barulho, falando alto, mas... ao avistar na sala os pais e irmãs tão diferentes, ficou desarmado para continuar com sua atitude costumeira. Foi bem depressa para o quarto, aprontou-se o mais rápido possível e desceu para jantar.

Acabada a refeição, Papai não agüentou mais de curiosidade e, juntamente com Florinda e Zezé, procurou saber o que havia sucedido.
Mamãe contou então sua experiência daquela tarde. Rosa narrou também tudo quanto havia se passado com ela. Papai, Florinda e Zezé prestavam tanta atenção que pareciam querer engolir as palavras que escutavam. Depois papai (vá despejando água no Papai) com toda seriedade expôs o desejo que surgira em seu coração de se voltar para Deus, deixa tudo quanto até aquele momento havia sido a coisa essencial de sua vida.
Florinda, também, com lágrimas nos olhos reconheceu ter sido superficial, egoísta, orgulhosa (Despeje água na Florinda). Agora queria ser diferente pela graça divina.
Zezé Garrafa Bolão ouviu tudo atentamente. Uma tremenda luta se travava no seu íntimo. Queria deixar Aquele Amigo e Salvador entrar em seu coração ( derramar devagar um pouco de água em cima da bola), e por outro lado, outra força procurava persuadi-lo a conservar tudo quanto mais estimava – os jogos, o futebol, a BOLA.
Papai se rendeu; Cristo saciou sua sede espiritual com Água da Vida. Florinda, resolvida a abandonar todas as coisas passadas Abreu seu coração para que o Salvador lhe desse também daquela Água. Por fim, Zezé Garrafa Bolão, com fé tão simples de uma criança, confessou sua firme decisão (retire a bola e despeje água em Zezé Bolão) de receber de igual modo a Água da Vida Eterna.

Cristo entrou naquele lar, e a noite foi memorável para toda a família Garrafa. Todos juntos se ajoelharam e oraram, e pela graça divina aquelas vidas foram plenamente cheias da Água cuja “Fonte salta para a Vida Eterna”.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O SÓTÃO ILUMINADO

O SÓTÃO ILUMINADO

História extraída da revista argentina “El puentecito”. Ilustrada e adaptada pela Pra Gabriela Pache de Fiúza. Revisão Maria da Graça Fabri. Quero dedicar esta história a minha “hermana” Mariana Pache missionária apaixonada por Jesus.
FIGURA 1
Quase 100 anos atrás, viveu na velha cidade de Londres um menino chamado Tomy, nasceu com um problema muito grave e só podia caminhar com muletas.
Seus pais faleceram num acidente e Tomy ficou aos cuidados de uma senhora idosa parenta da família. Tomy a chamava de “vovozinha”, ainda que ela não tivesse nem um pouquinho de amor por Tomy.
Ela era uma pessoa muito má, reclamava, xingava e gritava todo dia. Tomy tentava fazer as tarefas de casa para ela, mas um dia ele já não pode mais caminhar.
A avó reclamou e ficou muito brava e por isso colocou Tomy num sótão sujo e mofado na parte de cima da casa. Nesse sótão tinha uma janelinha para a rua.
Ali Tomy ficava muito sozinho. Tomy começou a lembrar de quando era pequeno e que foi muitas vezes a uma igreja. Nessa igreja passou momentos lindos ao lado de seu amiguinho Joãozinho. Na igreja cantavam, brincavam e aprendiam muitas histórias da Bíblia, a Palavra de Deus. Aprendeu também que Jesus era O Filho amoroso de Deus.
Então Tomy pensou:
_ Como gostaria de ter uma Bíblia, quero saber mais de Jesus!
Tomy, com muito medo se arriscou e pediu uma Bíblia para a avó. Ele disse:
_ Vovozinha, quero uma Bíblia.
Sabe o que aconteceu? A velha ficou furiosa e gritou:
_ Só faltava isso! Para que você precisa de uma Bíblia, seu tolo?
FIGURA 2
Um dia Tomy escutou uns passos na velha escada na entrado do sótão.
Quem seria?
A porta se abriu e… que surpresa!
Era Joãozinho, seu amigo de infância!
- Tomy, disse Joãozinho:
_ Arrumei um emprego muito bom em outra cidade, venho para me despedir e deixar contigo este presente. Mas não quero que uses em coisas sem necessidade!
E tendo dito isso deu uma moeda de ouro para Tomy.
- Oh! Joãozinho!
Exclamou Tomy muito emocionado.
_ Você é muito bom! Sim eu quero comprar algo muito especial para mim!
_ Por favor, desce correndo e compra para mim uma Bíblia!
Joãozinho pensou antes de obedecer Tomy, pois sabia que o amigo necessitava do dinheiro para comprar outras coisas como roupas, alimentos, etc.
Contudo, Joãozinho se levantou e foi comprar a Bíblia para Tomy.
Ao retornar com a Bíblia, a felicidade de Tomy era tanta que Joãozinho se despediu muito satisfeito, ainda que não compreendesse porque um menino pobre gastaria todo seu dinheiro em uma Bíblia
FIGURA 3
Tomy estava muito feliz. Abraçava sua nova Bíblia com seus braçinhos magros. Este era o melhor presente que poderá ganhar.
FIGURA 4
Tomy começou a ler e ler sem descansar. Sua felicidade ia aumentando cada dia.
Depois de um mês, Tomy sabia mais da Bíblia que muitas pessoas que dizem que lêem a Bíblia por anos. Quando leu o que Jesus tinha feito por ele, que havia deixado o céu, que havia morrido na cruz do calvário e que havia ressuscitado, Tomy chorava com muita emoção.
Assim, Tomy entendeu que tinha que fazer uma coisa muito importante. O que seria?
Fechou seus olhos e disse:
_ Querido Senhor Jesus, eu abro a porta do meu coração, venha viver agora mesmo comigo. Limpe-me de todos os meus pecados, quero fazer tudo o que agrada ao Senhor!
Agora sim, ele era totalmente feliz. Até aquele quarto feio e fedorento parecia iluminado e lindo, ele não estava mais sozinho, Jesus estava com ele dia e noite!
Numa tarde lendo a Bíblia encontrou estas palavras do seu querido Jesus:
_ Vão por todo o mundo e preguem as boas notícias de minha salvação.
- Eu quero fazer isto!
Gritou entusiasmado.
_ Mas…como, se não posso nem me mexer desta cama?
_ Por favor, querido Senhor Jesus, me diga como posso fazer?
FIGURA 5
Um dia, Tomy teve uma brilhante idéia, chamou a sua avó e disse:
_ Vovozinha, não compre leite para mim hoje. Por favor, se a senhora puder me compre papel e lápis.
- Papel e lápis em lugar de leite?
_ Você está completamente maluco! Disse a avó.
Mas, como não se importava com a saúde de Tomy, fez o que ele pediu.
Nesse dia Tomy não comeu, mais cortou aquele papel em muitos pedaços, em cada pedaço escreveu cuidadosamente um texto bíblico da Palavra de Deus.
FIGURA 6
Como sua cama era perto da janela, pegou todos os papeizinhos e os jogou em direção a rua, pareciam pombinhas brancas descendo do céu.
As pessoas que passavam por ali ficavam surpresas, paravam, recolhiam os papeizinhos e liam todos, olhavam para cima, mas só enxergavam às vezes uma mãozinha na janela mais alta do prédio.
FIGURA 7
Dias após dias, Tomy enviou seus mensageiros brancos pela janela daquele sótão. Tomy tinha o cuidado de orar por cada papelzinho que escrevia e jogava para baixo.
Num anoitecer, escutou uns passos desconhecido na escada. A porta se abriu e apareceu um senhor muito elegante. Este senhor se sentou pertinho do Tomy e disse:
_ Então é você que joga os papeizinhos desde o céu?
_ Você sabe filho, que muita gente lê as tuas mensagens e são muito abençoadas?
_ Sou uma dessas pessoas e quero agradecer-te pessoalmente!
_ Meu filho, disse o homem elegante:
_ Faz 23 anos que conheço Jesus, mas nunca O servi. Vivo no campo e tive de vir à cidade para resolver alguns negócios. Ontem, passando por esta rua, caiu no meu chapéu um destes papeizinhos. Nele, havia um texto onde Deus dizia que deveríamos trabalhar para Ele antes que fosse demasiado tarde.
_ Caí de joelhos perante o Senhor e ali mesmo tomei a decisão de trabalhar e servir a Deus pelo resto da minha vida. Por isso estou aqui, quero te agradecer, sei que o Senhor usou sua vida para falar comigo.
- Não me agradeça, disse Tomy, radiante. Só escrevo trechinhos da Palavra de Deus, é Deus quem faz a obra e abençoa as pessoas. Quando faço isso sou tão feliz, que até me esqueço da dor que tenho nas costas e da minha doença!
O senhor disse a Tomy:
_ Tomy, quero que você venha comigo para minha casa, ali você será amado e cuidado, poderá ver as flores, árvores e muitos animais!
- Muito obrigado, disse Tomy, devo ficar aqui e cumprir a minha missão. Sei que Jesus vai me levar para viver na Sua mansão, será maravilhoso! Não tenho tempo a perder!
O senhor elegante, não conseguiu convencer Tomy, mas arrumou uma senhora crente, muito querida, para que cuidasse de Tomy. Ela cuidava de sua alimentação, da limpeza do quarto e da compra de todo papel que Tomy precisasse para enviar suas mensagens.
FIGURA 8
Aquele homem voltou para seu lar no campo e começou uma grande obra para Deus.
Um dia recebeu uma carta e um pacote. Na carta dizia que Tomy tinha ido viver com Jesus no céu e no pacote estava a preciosa Bíblia de Tomy.
Passaram muitos anos, um dia o filho deste senhor, pegou a Bíblia de Tomy e foi para um lugar muito distante: África Central. Ali dedicou sua vida a falar de Jesus aos africanos que eram muito carentes.
Li a Bíblia de Tomy para eles e contava a sua historia. Muitos africanos se entregaram ao Senhor Jesus. Hoje todos eles estão no céu, acredito que quando chegaram ao céu deram um grande abraço no Tomy e disseram para ele:
- Muito obrigado! A luz que você acendeu no seu quarto, lá encima, chegou tão longe que nos alcançou lá na África!
Gloria a Deus!


MARIANA, A FLORZINHA



Mariana era uma flor bem pequena.

Vivia num imenso parque, rodeada de muitas coisas bonitas.
Visitantes vinham de longe para conhecer e apreciar aquele lindo lugar.
A cada manhã quando o sol surgia, e os portões do parque se abriam, Mariana banhava-se com as gotas de orvalho. Lavava seu rostinho, suas pétalas, e, colocava-se na posição mais elegante possível, esperava ansiosamente que muitas pessoas viessem admirá-la.
                               

Mais Que tristeza! Os pés dos visitantes passavam tão perto que quase a amassavam e, sem a notarem, dirigiam-se para o lindo e grande jardim que se encontrava logo atrás dela. Ah!... Se ela pudesse estar naquele lindo jardim, no meio daquelas grandes, coloridas e orgulhosas flores...


Lá sim, ela poderia aparecer. Mas será que apareceria mesmo? Aquelas flores eram muito maiores, muito mais bonitas do que ela! Bem, ao menos se ela estivesse lá, quem sabe por um descuido, alguém a notasse. Mas, não tinha jeito! Ela estava ali, longe do jardim, e ao que parece.
NADA havia nela que chamasse a atenção das pessoas.


            
Numa manhã, Mariana acordou com um grande desânimo. Chegou mesmo a desejar que um daqueles homens bem pesadões que visitavam o parque, a amassasse com uma grande pisadona.
 Desta vez, quando as pessoas começaram a entrar pelo portão, ao invés de querer aparecer, Mariana queria se esconder. Esconder-se de todos. Ela sentia que não valia nada! Sentia-se muito feia. E via que nem merecia ser chamada de flor. Flores pra ela, eram aquelas do jardim! Aquelas sim eram admiradas por todos. Na verdade pra ela seria muito bom que nascesse muito mato ao seu redor. Assim, ela sumiria de uma vez!
 Mariana estava tão presa aos seus pensamentos, que nem percebeu quando uma menininha se aproximou dela.


           
Depois de encostar seu narizinho na florzinha, a menina correu em direção aos seus pais gritando:
- Mamãe, Mamãe, achei! Aquele perfume gostoso que sentimos, vem daquela florzinha ali! Venha sentir Mamãe! De perto o perfume é ainda bem mais gostoso!
Mariana se alegrava. Estava agora até envergonhada e, procurou colocar-se da maneira mais elegante possível quando os pais da menina se aproximaram.
Que felicidade para Mariana! Agora se sentia finalmente realizada.





Muitas outras pessoas atraídas pelos gritos da menina vinham também sentir o delicioso cheiro da florzinha.

Este era sem duvida o dia mais alegre na vida de Mariana. Esqueceu toda a tristeza que até a bem pouco tempo a abatia. E tudo, por causa do seu perfume, que foi percebido pela pequena visitante.
Se fosse somente a sua beleza... Oh, as flores do jardim eram muito mais bonitas do que ela! Mas o seu PERFUME superou a beleza de todas as outras!

A palavra de Deus, diz que nós, os salvos, somos o “bom perfume de Cristo”. Entenderam o que isto quer dizer?
Quer dizer que cada um de nós, em nossas palavras, em nossas atitudes e em nossas ações, temos que mostrar que o Senhor Jesus vive em nós.


Você é tão pequeno diante de um mundo tão grande, não é mesmo? Talvez seja o único ou a única pessoa crente lá na sua casa, lá na escola e,... É tão difícil!!! Pode pensar talvez... Quem vai dar importância às minhas palavras, ao meu testemunho?
Lembre-se de Mariana. Apesar de tão pequenina, seu perfume atraiu a menininha, depois seus pais, e depois, um grande numero de pessoas.
Então, você quer ser realmente o bom perfume de Cristo? Assim, você será um meio para que outras crianças e adultos, quem sabe, seu papai ou mamãe, se interessem em receber a Cristo. Isto será sem duvida a maior alegria que você poderá experimentar.
Mas há ainda uma coisa importante que eu devo dizer.
Você só poderá ser o bom perfume de Cristo, se já O conheceu como seu Salvador pessoal.
Você já O convidou para vir morar no seu coração? Se não o fez ainda, saiba que Deus ama muito você. Tanto que, mandou se Único Filho, o Senhor Jesus, para morrer na cruz no seu lugar por causa do seu pecado (suas mentiras, sua desobediência, sua teimosia e tantas coisas que você tem feito de errado).

quinta-feira, 27 de junho de 2013

                                           VEM AI... EBF ESCOLA BIBLICA DE FÉRIAS NA IGREJA NOVA VIDA EM CRISTO

domingo, 10 de março de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013


A HISTÓRIA DE JOSÉ

A família de José era grande. Ele tinha dez irmãos mais velhos e um irmão mais novo chamado Benjamin.

Seu pai se chamava Jacó e sua mãe Raquel. Ele tinha dezessete anos e cuidava do rebanho com seus irmãos. (GEN. 35:24 e 37:2)




Jacó amava mais José do que os outros filhos, porque ele era o filho da sua velhice com Raquel, que era a mulher que ele tanto amava. Certo dia Jacó resolveu dar ao seu filho José uma linda túnica.
Seus irmãos ficaram com muita inveja dele. (GEN. 37:3 e 4)



José era mesmo especial, ele começou a ter alguns sonhos “estranhos” com seus irmãos e até com os seus pais. Depois de contar os sonhos todos ficaram preocupados, até seu pai ficou chateado e os seus irmãos ficaram muita raiva. (GEN. 37:5 e 10)


Os sonhos que José teve mostravam que ele seria o mais importante da sua família. No primeiro sonho, José e seus irmãos estavam amarrando feixes de trigo no campo, o feixe de José se levantou e os feixes dos irmãos se curvaram a ele.No outro sonho o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam para José.
Jacó não gostou do que José tinha sonhado e os seus irmãos ficaram ainda mais bravos com ele.(GEN. 37:7 a 11)


Os irmãos de José estavam em Siquém cuidando do rebanho, e Jacó mandou que José fosse ver se estavam tudo bem com eles.
José obedeceu e foi procura-los.
De longe ele foi visto pelos irmãos e falavam: “Lá vem o sonhador”.
Eles pensaram em mata-lo, mas depois mudaram de idéia. (GEN. 37:12 a 20)


José chegou e já tiraram sua túnica e depois de o terem jogado em um buraco o venderam aos mercadores por 20 siclos de prata e ele foi levado ao Egito como escravo. Para seu pai Jacó falaram que José havia sido atacado por um animal e mostraram sua túnica manchada de sangue. Jacó reconheceu a túnica e chorou pelo filho. (GEN. 37:23 a 34)

No Egito, José foi vendido para Potifar e foi morar na casa dele.Ele era casado e sua mulher gostou e queria ficar com ele, mas José fugiu dela e de raiva ela mentiu ao marido dizendo que José queria ficar com ela. Potifar acreditou em sua esposa e José então foi preso. Deus estava com ele, e lá na prisão José, explicou o sonho de um copeiro e de um padeiro.Depois de dois anos faraó teve um sonho e ninguém sabia explicar, o copeiro lembrou-se de José e falou a faraó que mandou busca-lo “rapidinho”. (GEN. 39:40; 41:1 a 14)


José se arrumou e foi falar com o rei e ele contou o sonho a José. A explicação era que o Egito iria ter sete anos de fartura e depois sete anos de fome. José disse também que nos anos de fartura, seria bom que guardasse os mantimentos para os anos de fartura. Isto agradou o faraó e ele tirou o seu anel e deu a José e o colocou como autoridade no Egito. (GEN. 41:14 a 42)



José agora é muito importante, além do anel ele usava um colar de ouro e roupas de linho, os setes ano de fome chegou e só no Egito havia alimentos. Jacó, pai de José, mandou seus filhos ao Egito para comprar alimento, e era José que vendia os mantimentos, porque era governador. Seus irmãos se curvaram diante dele. José os conheceu e lembrou-se do seu primeiro sonho. Eles não o reconheceram. (GEN. 41:42 a 57 e 42:1 a 8)



José demorou em dar os mantimentos a eles, e os acusou de serem espiões no Egito, eles negavam e diziam que eram doze irmãos filhos de um mesmo pai, o mais novo estava com o pai e o outro já havia morrido. Depois de algum tempo José os deixou ir, encheu o saco de cereais e ainda devolveu o dinheiro de cada um. Simeão ficou preso no Egito e só seria libertado quando os outros irmãos retornassem trazendo Benjamin, irmão mais novo. (GEN. 42:10 a 35)


Os irmãos de José voltaram ao Egito para comprar mais alimentos e levaram Benjamin. José se alegrou e preparou um almoço para eles. Quando partiram levaram muito cereal e por ordem de José foi colocado um copo de prata na bagagem de Benjamin. O mordomo os alcançou e eles tiveram de voltar na presença de José. Desta vez José não conseguiu esconder quem ele era, revelou-se dizendo que era o irmão que eles tinham vendido, os irmãos tiveram medo, mas José os acalmou e pediu para que trouxesse e depois de beijar os irmãos abraçou Benjamin e chorou. (GEN. 43; 44 e 45:1 a 15)

Os irmãos de José voltaram para casa de seu pai e contaram para Jacó tudo o que havia acontecido e disseram que José o filho querido estava vivo e era um homem importante no Egito e queria que todos fossem morar com ele. Jacó se alegrou e foi para o Egito levando tudo que era seu toda sua família foi morar na cidade de Gósen, e quando José encontrou com o seu pai, o abraçou e chorou. (GEN. 45:16 a 28; 46:1 a 6 e 28 a 30)